Friday, March 02, 2007

Sonhos.

Estou numa lagoa, que se encontra no meio de paredes gigantes de pedra, cercando a lagoa e deixando apenas uma abertura ao mar (ou uma lagoa maior ainda, não sei). Nessas enormes encostas existem casas, apoiadas estas por palafitas gigantes e outras encravadas na parede. Dezenas de casas se aglomeram até o topo, onde pessoas caminham ao lado do precipício sem a menor preocupação. Vou ao topo, e salto. Dentro da água, existe uma vida aquática extreamente rica, composto de algas, peixes dos mais variados tamanhos, e de recifes (Dai entra o meu passado de jogar videogame) Acho um túnel, e começo a nadar até achar um objeto azul luminoso. Volto, e conto as pessoas desse fato. Nós vamos até a próxima cidade, onde militares estão montando um submarino científico e militar para descobrir o que há dentro desse túnel. Para entrar no submarino, é complicado. Tem-se que mergulhar, nadar até escotilha, abrí-la, continuar descendo, usando as mãos na escada que acompanham a parede do túnel. Após chegar a terceira escotilha, tem que fechar a segunda de cima, logo acima da cabeça, e esperar a água descer e esperar a pressurização. Chegando a lagoa, vamos nadando com a ajuda de mini câmeras de oxigênio até o local.

Mas agora mudou. Há ali uma variedade de túneis. Descendo uma delas, chega-se a uma escotilha. Abrimos ela, e lá dentro é ar, não precisa dos tubos de oxigênio. Começamos a andar nesse quarto. Na verdade é uma câmera, com um pé direito altíssimo, feito de tijolos. Ao lado, há um buraco na parede no formato de uma porta, que dá para outra sala. Chegando lá, há um humanóide, que tenta nos atacar. Matamos-o, e sob seu cadáver há uma grade. Entramos nela, e caímos num quarto que é ao estilo vitoriano, extremamente chique. Andamos, desnorteados (esqueci de falar que somos um grupo de 5 ou 4 pessoas) com tudo aquilo, quando vemos que no meio desse grande salão, há um parapeito, que rodeia todo o perímetro do quadrado no chão. No parapeito, vemos que dá visão para outro salão abaixo. E nesse momento que um monstro gigante pula e tenta nos morder. Seu formato é de um cachorro gigante mas todo esqizóide, de um formato quase de ameba. Ele deveria ter, no mínimo, uns 3 metros de altura. Aparece um homem, pequeno, que diz que se não voltarmos, ele soltará a fera, ele some tão rápido quanto apareceu. Decidimos ficar e lutar. Quando aparece a fera, começamos a correr. Ele mata aos pedaços um dos integrantes. Corro sozinho até o jardim desse palacete vitoriano, e lá de fora, vejo um castelo antigo coberta de trepadeiras verdes que a deixam esverdeada. O céu está de um cinzaescuro, senão preto. Corro até uma parede, onde há um portão de ferro preto. Abro-a, e acho uma espada. Quando olho para trás, a fera está quase na minha cola, fecho o portão com tudo, mas mesmo assim ele salta. Com a força do impacto sobre o portão, ele me lança lá para trás e bato a cabeça na parede. Tonto, olho à minha esquerda e vejo um pequeno fio de água que dá para um buraco na parede. Chuto esta parede, e encontro uma sala retangular. Ela está iluminada apenas por uma luz no teto, que ilumina triangularmente. As paredes e chão são de piso branco, e algumas trepadeiras saem do chão até o topo, até o buraco que ilumina. Em meio a essa sala, há uma divisão de uns 2, 3 metros cheio de água parada. Do outro lado, há uma estátua de uma cabeça de uma mulher. Pulo essa água e paro. Tento levar a estátua. Nisso, um esgrunhido soa longe. Mesmo assim, nada acho ali. Mas atrás do altar que ali há, vejo um tubo de ensaio com algo. Ele tem um tom branco. Pulo de volta, sem problemas (parece que essa sala havia algo de extraordinário, mas não aconteceu nada), caminho vagarosamente até o portão que dá para o jardim. A lua ilumina vagamente, onde as sombras deixam a imaginação te dobrar. Assim, abro vagarosamente o portão. Não há ninguem. Caminho até o salão vitoriano, e lá encontro o corpo dos parceiros dilacerados. Alguem tenta me atacar: é um dos meus, assustado, coberto de sangue dos outros. Agora, há uma escada que dá para o nível abaixo, partindo do parapeito que cerca esse quadrado. Descemos vagarosamente, mas tudo está escuro, tirando o pedaço que está iluminado pela luz do piso superior. Vejo um luz no escuro, dois pontos vermelhos. Corro até ele, ele desvia e me rasga as costas. Me viro num golpe e separo a cabeça do corpo. Porém, outra renasce. Tenta me atacar novamente. Giro e tiro-lhe a cabeça de volta. Mas ela cresce de volta. Ele me dá uma patada e vôo contra a parede. Meu parceiro atira no monstro, em vão, pois o monstro arranca-lhe as tripas. No chão, vejo o tubo de ensaio. Decido me esconder sob a escada, e esperar o melhor momento para atacar. Escuto o monstro vir pela direita, e começo a sair pela esquerda. Quando o monstro coloca a cabeça sob a escada, estou em cima de corto novamente a cabeça. Mas dessa vez abro o tubo e jogo o líquido sobre o pescoço em carne viva.

Intuitavemente, rasgo o seu estomago e acho o pote azul. Volto por onde vim. Chegando à superfície da lagoa, as pessoas me saúdam lá de cima. De repente há um estrondo. O nível da água começa a subir, pois ondas gigantes entram pela abertura nas encostas. Saio da lagoa e corro até o topo. A água está quase transbordando aquela "panela", quando a casa sobre a qual estou, junto dos meus amigos e da namorada, começa a ceder pela tremulação que a água está causando. As barracas, nossa camionente e nossas coisas que estão lá em cima, escorregam para dentro d'água. Corro para longe das ondas, segurando a mão da namorada enquanto que meus amigos me seguem atrás. Tudo pára. Estamos a salvo. Encaro para onde antes tinha a lagoa, mas ali nada mais há. Viro-me e vejo uma planície gigante, onde há ao fundo árvores que separam a planície para algo ainda desconhecido. Essa planície está semi-alagada, onde algumas pessoas andam de canoas para se locomover. Agora teremos de dar um jeito de atravessar, falo à meu irmão, minha irmã, alguns amigos e a Deborah. Mas isso fica para outra história.

3 Comments:

Blogger Diogo F said...

O começo lembrou ALEX KID. Maior exercício de imaginação de cenários da minha vida de leitor hehe

1:37 PM  
Anonymous Anonymous said...

É... bem...
Enfim,
Um abraço a todos!

6:12 AM  
Anonymous Anonymous said...

Raciocinando melhor, me parece uma pessoa com saudades dos tempos de puberdade em que ficava horas a fio num PS jogando o tal de Resident Evil!

6:15 AM  

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